Front Porch Forum uses closed email forums

PBS MediaShift looks at the closed email forums run by Front Porch Forum in Burlington, Vermont.

Started originally by Michael Wood-Lewis in 2000 for his own neighborhood, Front Porch Forum has expanded into 130 neighborhoods, with email discussions that help people get to know their neighbors. Each list is limited to people in each
neighborhood, who must include their full name, street name and email address with each post. Government officials are allowed to interact within multiple neighborhoods, and 50 businesses have signed up as sponsors. Wood-Lewis talked to me about the challenges of making a successful business out of a very popular service.

Says Michael Wood-Le, “We’re low tech, we’re email, our emails are plain text. Nothing’s anonymous, and it’s not instantaneous. When people submit a message, it doesn’t get published except in the daily publication. When heavy Web 2.0 users sign up, I usually hear from them in frustration a day later, because they want a Facebook experience where they can push buttons and upload 20 widgets. I tell them to slow down, that this is a different experience. The ads are delivered in plain text emails. We sell them on a per-day basis. Over a three-day period, we hit everybody. It starts at $78 per day and the price drops with volume.”

  • http://frontporchforum.com michaelfpf

    To your many and brilliant readers… please go vote for Front Porch Forum in a funding contest hosted by Steve Case’s foundation. Each of the Final Four will receive $35,000 in seed capital. Thanks. -Michael

    P.S. The first 10 voters to correctly pick the Final Four will each win a $2,500 grant for the charity of their choice.

  • Jedegrainge

    sadasdasddddddddddasdasd

  • unlorrylisy

    sadasdasddddddddddasdasd

  • Boyslevofense

    The thyroid gland is located in the overconfidence of the neck, well-deserved lower the larynx (participation box). It aides to persist in a healthful metabolism (the system by which foods are transformed into fundamental elements to be utilized by the thickness for force or development) by producing and releasing iodine-containing hormones called thyroxine buy synthroid online, synthroid 0.1 mg and triiodothyronine. They aide administer the hull’s expansion, metabolism, digestion, assemblage temperature and heartbeat. In most people, hypothyroidism is neither long-standing nor progressive. despite that, two conditions come up from untreated or undiagnosed hypoth
    yroidism; myxedema coma andcretinism.

  • NoxUsadeNeusa

    Couples who cannot talk to each other are not right to be gifted to earn be captivated by to buy cealis online, purchase cealis online pills each other. Men who attired in b be committed to tormenter communicating their feelings may perceive it unaccommodating to allot with their mate any anxieties roughly their sensual performance. If you maintain worries to yourself, you are more credible to capitulate erections. Men who cannot fast and pass feelings of nettle or frustration promoting their friend may engage to their erection as a weapon in the conflict. In these circumstances, counseling can be least advantageous for both you and your associate.

  • dschibut

    I began this discussion to discuss public available web proxies:

    Which are really anonymous?

    Which can be used with facebook, myspace etc, in other words: are fresh ?

    Which can you recommend?

    Thanks for your help,
    Dschibut

    P.S.: In my country, the freedom of speech is somehow constrained, please give me a hint, if you are not sure about your recommendation.

  • http://pulse.yahoo.com/_SZPPS3CFPLB7V4WCM2ZAZZRNXA william

    CUIDADO COM ELE , DIRETOR PETISTA DE ESTATAL BRASILEIRA DEVORA ORÇAMENTOS, ETA ETA..SOME COM DIN DIN UAUUU, DATAPREV
    brasil

    Assumpção: “Devorador de orçamentos”
    Saiu a execução orçamentária de investimentos das empresas estatais no bimestre março/abril de 2010.
    “Das 75 empresas que tiveram programação de dispêndios aprovada no âmbito do Orçamento de Investimento de 2010, treze apresentaram, até o segundo bimestre, desempenho, em termos percentuais de realização das respectivas dotações anuais, superior à média geral de 26,4%”, informa o Ministério do Planejamento.
    Dentre elas, destaca-se a Dataprev, que já torrou 86,7%; dos R$ 80 milhões orçados para este ano. Para se ter uma idéia do tamanho da façanha do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, basta comparar esses dados com a execução de outras empresas de TI:
    Cobra Tecnologia S.A.
    Orçamento R$ 7,2 milhões.
    Gastou em 4 meses: R$ 3,055 milhões
    Executou: 42,4%
    Serpro
    Orçamento R$ 130 milhões
    Gastou em 4 meses: R$ 10,9 milhões
    Executou: 8,4%
    Telebrás
    Orçamento R$ 406,4 mil (isso mesmo: mil)
    Gastou em 4 meses: Zero
    Executou: zero %
    Entretanto, a Dataprev gastou, somente no bimestre março/abril, um total de R$ 66,8 milhões. Somados com os dois primeiros meses do ano, a conta da estatal sobe para R$ 69,3 milhões.
    Sinistro não? Nos dois primeiros meses do ano a Dataprev “investiu” apenas R$ 2,5 milhões, cabendo o restante (R$ 66,8 milhões) em março e abril.
    Pergunto: Rodrigo Assumpção torrou R$ 66,8 milhões no último bimestre na compra dos três mainframes da Unisys?
    Não?
    Então por que, na mesma execução orçamentária, o Ministério do Planejamento dá um ‘puxão de orelhas’ na Dataprev, informando que ela é uma das empresas estatais que estourou a dotação anual aprovada para a ação: “Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura de Tecnologia da Informação para a Previdência Social – Nacional” ?
    Coincidência ou não, em abril deste ano a Dataprev adquiriu – por R$ 72,5 milhões – três mainframes Libra da Unisys. Os mesmos que, por acordo com o Ministério Público, que anda meio desaparecido, se comprometeu a devolver as máquinas e se livrar da “dependência” da multinacional.
    * Se for confirmada a minha suspeita, então faltam só R$ 5,7 milhões para a Dataprev completar esse suposto “investimento” que fez em mainframes Unisys. Dinheiro em caixa não é problema para Rodrigão.

    Dataprev compra mainframes Unisys que já deveria ter substituído

    A Dataprev anunciou na sexta-feira, 09/04, no Diário Oficial da União, a aquisição de três mainframes Unisys modelos Libra 780 (duas unidades) e Libra 450 (uma unidade), ao custo de R$ 72.579.537,56. No contrato, com inexigibilidade de licitação, a multinacional ainda fornecerá “licença de uso perpétuo de software”, serviços de manutenção e suporte, tanto para os equipamentos quanto aos programas de computador.
    O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, justificou a compra dos supercomputadores no extrato de contrato publicado no DO: “Garantir e manter a qualidade dos serviços no ambiente do mainframe Unisys, com a sustentação dos serviços em execução neste ambiente, onde se hospedam importantes sistemas da Previdência Social, até que ocorram condições de substituição pelos novos sistemas previstos para implantação em nova plataforma tecnológica”.
    Entretanto, a declaração oficial exposta no contrato assinado com a Unisys, do presidente da Dataprev contraria o disposto no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela estatal no dia 28 de maio de 2008 com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.
    O TAC foi assinado na época pela empresa, com o aval do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e os procuradores José Alfredo de Paula e Raquel Branquinho. Nele, não há menção de que a Dataprev teria de comprar tais equipamentos. Ao contrário, a empresa deveria acabar de vez com a “dependência tecnológica” da Unisys.
    O documento definia as responsabilidades de cada parte. Também estabelecia os prazos para que a migração ocorresse até janeiro de 2010, antes do término do atual contrato de prestação de serviços com a empresa Unisys, que agora se tornou em ‘aquisição de equipamentos, software e manutenção técnica’.
    Quando assinou o TAC, a procuradora da República, Raquel Branquinho, qualificou como um ‘grande avanço para o trabalho realizado desde 2003 pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas de União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU) no acompanhamento das providências necessárias à mudança dos sistemas tecnológicos da Previdência’.
    “Sempre buscamos obter o compromisso dos dirigentes desses órgãos para a implementação de medidas necessárias à libertação dessa relação de dependência e apenas na atual gestão da Previdência Social, consolidando um trabalho já iniciado na gestão anterior, houve a firme decisão de adotar as providências necessárias para essa finalidade que atende ao interesse público”, afirmou Branquinho na época.
    “Além de evitar a relação de dependência de uma estrutura proprietária e exclusiva, a mudança pode melhorar a qualidade dos serviços”, completou a procuradora.
    Compromisso
    No TAC, a Dataprev assumiu o compromisso de adquirir novos servidores e implantar sistemas para a Previdência em Software Livre. Foi feita a opção pela plataforma baixa. Foram comprados servidores da HP para as unidades do Rio de Janeiro e Brasília, por um custo de cerca de R$ 30 milhões. A estratégia ainda envolvia a contratação de uma fábrica de software que se encarregaria de desenvolver sistemas que rodariam os antigos legados na plataforma Unisys.
    Desde 2008, a estatal é obrigada a fornecer relatórios sobre o andamento da migração para o MPF, Tribunal de Contas da União, além da Controladoria Geral da União. Reuniões periódicas sempre ocorreram. Mas nunca houve uma posição oficial de nenhum dos órgãos de controle sobre se estavam satisfeitos com o andamento dos trabalhos.
    O TAC de 2008 da Dataprev serviu apenas para encobrir irregularidades que vinham ocorrendo sistematicamente dentro da empresa. Foi uma maneira que o Ministério Público Federal encontrou no sentido de dar um último prazo para que falhas administrativas até hoje não saneadas. Até agora, a única solução concreta que a direção da Dataprev apresentou para o problema da migração foi a inédita compra dos mainframes Unisys que, por acordo com os organismos de controle, deveria ter substituído em janeiro deste ano.

    O PAPAI NOEL chegou antecipado na dataprev, trazendo a proposta para acabar com as horas extras e aumentar o SOBREAVISO, a favor de alguns e apostando na morte de outros.

    Pois bem…, O PETISTA presidente da DATAPREV que só esta no cargo por ter participado da campanha da Marta Suplicy, como pagamento pelos serviços prestados e alguns dos seus serviçais que juntos, mais parecem cabos eleitorais do Serra, querem por que querem, decidiram então, acabar com as horas extras de qualquer maneira. Mesmo alegando saber ser de inteiro interesse e necessidade da empresa.

    A área de produção antigamente era considerada o coração da Dataprev, o tratamento das informações e a responsabilidade com a maior folha de pagamento da América Latina, os empregados tinham salários dignos, mas passou este tempo e, começaram a sucateá-la em sucessivos governos com intenções de seguir fielmente a cartilha do neoliberalismo. A prioridade social de alguns serviços parece terem ficado atrás dos interesses de empréstimos bancários.

    Vindo a eleição de Lula, os trabalhadores respiraram aliviados, na firme certeza dos novos caminhos em que voltariam a trilhar com dignidade, respeito e reconhecimento dos serviços prestados para a sociedade dentro da empresa.

    Já nos primeiros anos de governo, um misto de decepção e raiva vinha se apoderando do corpo funcional, as farras das caixinhas agora também incluíam gerencias de projetos e o absurdo desta tonelada de sobreavisos (chega a pagar ate 75 mil reais ano para empregado, quero também papai noel presidente Rodrigo da dataprev), porém continuavam as ameaças de demissões, basta lembrarem à famigerada Super Receita, chegaram a criar uma relação com mil para por na rua, digna dos períodos de Collor e FHC. Muitos se esquecem, porém foi travada na mesa da atual candidata Dilma, que lembrou a alguns de seus correligionários e aos remanescentes agraciados que continuavam em cargos mesmo sendo um novo governo, que o período agora era de governo Lula.

    No recente PCS, outra frustração coletiva, o que pode facilmente ser comprovado com a chuva de recursos encaminhados, onde muitos ainda irão recorrer judicialmente já que não foram agraciados e, até hoje a direção da empresa não consegue explicar.

    Alegando cobrança do TCU seguem na contramão da história, onde o mundo reivindica redução de jornada sem redução de salários, devem então, estar manipulando os números, ou será que só apresentam algumas rubricas?

    Os órgãos fiscalizadores ainda não se atentaram para o número de gerencias criadas e os projetos de alguns meses que nunca se encerram, ou ao contínuo aumento de funcionários em sobreaviso contando a partir do horário de sua saída da empresa? Basta só comparar os valores pagos e ver que irá bem além de qualquer somatório de hora extra praticada com produção comprovada.

    Vocês lembram que algum tempo atrás o valor pago para as comissões era bem menor que os salários recebidos pelos gerentes, e isso dava-lhes até alguma autonomia para questionar e não ficar refém a ponto de seguirem fielmente qualquer arbitrariedade cometida a qualquer custo manter a bendita gratificação, chegam a cercar trabalhador para forçar que aceitem o turno ininterrupto,(COERÇÃO) levantando suspeitas de que serão novamente agraciadinhos com mais esmolinhas, (chicotinhos) vendendo ate a alma para surrarem ainda mais os empregados e colocando seus supervisores para fazerem também essa COAÇÃO.

    Esse tipo de administração do dinheiro público a população brasileira talvez desconheça, mas deveria ser obrigação do TCU conhecer. Já que apesar de tudo os funcionários continuam fazendo sua parte colocando esta empresa como um dos expoentes em TI.

    VAMOS FAZER COM QUE O PAIZ INTEIRO CONHEÇA ESSA POUCA VERGONHA, PASSE A DIANTE, PARA O MAIOR NUMEROS DE EMAILS POSSIVEIS.

    OBS: OS SENHORES SABEM QUE GERENTES DE DIVISÃO TEM NO CONTRA CHEQUE ALEM DAS CAIXINHAS, UMA MICHARIA DE 230 REAIS A TITULO DE PROJETO DE NÃO SEI O QUE, E GERENTES DE DEPARTAMENTO 300 REAIS A MESMO TITULO…?

    QUERO SER GERENTE DAÍ TAMBEM….

  • http://pulse.yahoo.com/_SZPPS3CFPLB7V4WCM2ZAZZRNXA william

    CUIDADO COM ELE , DIRETOR PETISTA DE ESTATAL BRASILEIRA DEVORA ORÇAMENTOS, ETA ETA..SOME COM DIN DIN UAUUU, DATAPREV
    brasil

    Assumpção: “Devorador de orçamentos”
    Saiu a execução orçamentária de investimentos das empresas estatais no bimestre março/abril de 2010.
    “Das 75 empresas que tiveram programação de dispêndios aprovada no âmbito do Orçamento de Investimento de 2010, treze apresentaram, até o segundo bimestre, desempenho, em termos percentuais de realização das respectivas dotações anuais, superior à média geral de 26,4%”, informa o Ministério do Planejamento.
    Dentre elas, destaca-se a Dataprev, que já torrou 86,7%; dos R$ 80 milhões orçados para este ano. Para se ter uma idéia do tamanho da façanha do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, basta comparar esses dados com a execução de outras empresas de TI:
    Cobra Tecnologia S.A.
    Orçamento R$ 7,2 milhões.
    Gastou em 4 meses: R$ 3,055 milhões
    Executou: 42,4%
    Serpro
    Orçamento R$ 130 milhões
    Gastou em 4 meses: R$ 10,9 milhões
    Executou: 8,4%
    Telebrás
    Orçamento R$ 406,4 mil (isso mesmo: mil)
    Gastou em 4 meses: Zero
    Executou: zero %
    Entretanto, a Dataprev gastou, somente no bimestre março/abril, um total de R$ 66,8 milhões. Somados com os dois primeiros meses do ano, a conta da estatal sobe para R$ 69,3 milhões.
    Sinistro não? Nos dois primeiros meses do ano a Dataprev “investiu” apenas R$ 2,5 milhões, cabendo o restante (R$ 66,8 milhões) em março e abril.
    Pergunto: Rodrigo Assumpção torrou R$ 66,8 milhões no último bimestre na compra dos três mainframes da Unisys?
    Não?
    Então por que, na mesma execução orçamentária, o Ministério do Planejamento dá um ‘puxão de orelhas’ na Dataprev, informando que ela é uma das empresas estatais que estourou a dotação anual aprovada para a ação: “Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura de Tecnologia da Informação para a Previdência Social – Nacional” ?
    Coincidência ou não, em abril deste ano a Dataprev adquiriu – por R$ 72,5 milhões – três mainframes Libra da Unisys. Os mesmos que, por acordo com o Ministério Público, que anda meio desaparecido, se comprometeu a devolver as máquinas e se livrar da “dependência” da multinacional.
    * Se for confirmada a minha suspeita, então faltam só R$ 5,7 milhões para a Dataprev completar esse suposto “investimento” que fez em mainframes Unisys. Dinheiro em caixa não é problema para Rodrigão.

    Dataprev compra mainframes Unisys que já deveria ter substituído

    A Dataprev anunciou na sexta-feira, 09/04, no Diário Oficial da União, a aquisição de três mainframes Unisys modelos Libra 780 (duas unidades) e Libra 450 (uma unidade), ao custo de R$ 72.579.537,56. No contrato, com inexigibilidade de licitação, a multinacional ainda fornecerá “licença de uso perpétuo de software”, serviços de manutenção e suporte, tanto para os equipamentos quanto aos programas de computador.
    O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, justificou a compra dos supercomputadores no extrato de contrato publicado no DO: “Garantir e manter a qualidade dos serviços no ambiente do mainframe Unisys, com a sustentação dos serviços em execução neste ambiente, onde se hospedam importantes sistemas da Previdência Social, até que ocorram condições de substituição pelos novos sistemas previstos para implantação em nova plataforma tecnológica”.
    Entretanto, a declaração oficial exposta no contrato assinado com a Unisys, do presidente da Dataprev contraria o disposto no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela estatal no dia 28 de maio de 2008 com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.
    O TAC foi assinado na época pela empresa, com o aval do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e os procuradores José Alfredo de Paula e Raquel Branquinho. Nele, não há menção de que a Dataprev teria de comprar tais equipamentos. Ao contrário, a empresa deveria acabar de vez com a “dependência tecnológica” da Unisys.
    O documento definia as responsabilidades de cada parte. Também estabelecia os prazos para que a migração ocorresse até janeiro de 2010, antes do término do atual contrato de prestação de serviços com a empresa Unisys, que agora se tornou em ‘aquisição de equipamentos, software e manutenção técnica’.
    Quando assinou o TAC, a procuradora da República, Raquel Branquinho, qualificou como um ‘grande avanço para o trabalho realizado desde 2003 pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas de União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU) no acompanhamento das providências necessárias à mudança dos sistemas tecnológicos da Previdência’.
    “Sempre buscamos obter o compromisso dos dirigentes desses órgãos para a implementação de medidas necessárias à libertação dessa relação de dependência e apenas na atual gestão da Previdência Social, consolidando um trabalho já iniciado na gestão anterior, houve a firme decisão de adotar as providências necessárias para essa finalidade que atende ao interesse público”, afirmou Branquinho na época.
    “Além de evitar a relação de dependência de uma estrutura proprietária e exclusiva, a mudança pode melhorar a qualidade dos serviços”, completou a procuradora.
    Compromisso
    No TAC, a Dataprev assumiu o compromisso de adquirir novos servidores e implantar sistemas para a Previdência em Software Livre. Foi feita a opção pela plataforma baixa. Foram comprados servidores da HP para as unidades do Rio de Janeiro e Brasília, por um custo de cerca de R$ 30 milhões. A estratégia ainda envolvia a contratação de uma fábrica de software que se encarregaria de desenvolver sistemas que rodariam os antigos legados na plataforma Unisys.
    Desde 2008, a estatal é obrigada a fornecer relatórios sobre o andamento da migração para o MPF, Tribunal de Contas da União, além da Controladoria Geral da União. Reuniões periódicas sempre ocorreram. Mas nunca houve uma posição oficial de nenhum dos órgãos de controle sobre se estavam satisfeitos com o andamento dos trabalhos.
    O TAC de 2008 da Dataprev serviu apenas para encobrir irregularidades que vinham ocorrendo sistematicamente dentro da empresa. Foi uma maneira que o Ministério Público Federal encontrou no sentido de dar um último prazo para que falhas administrativas até hoje não saneadas. Até agora, a única solução concreta que a direção da Dataprev apresentou para o problema da migração foi a inédita compra dos mainframes Unisys que, por acordo com os organismos de controle, deveria ter substituído em janeiro deste ano.

    O PAPAI NOEL chegou antecipado na dataprev, trazendo a proposta para acabar com as horas extras e aumentar o SOBREAVISO, a favor de alguns e apostando na morte de outros.

    Pois bem…, O PETISTA presidente da DATAPREV que só esta no cargo por ter participado da campanha da Marta Suplicy, como pagamento pelos serviços prestados e alguns dos seus serviçais que juntos, mais parecem cabos eleitorais do Serra, querem por que querem, decidiram então, acabar com as horas extras de qualquer maneira. Mesmo alegando saber ser de inteiro interesse e necessidade da empresa.

    A área de produção antigamente era considerada o coração da Dataprev, o tratamento das informações e a responsabilidade com a maior folha de pagamento da América Latina, os empregados tinham salários dignos, mas passou este tempo e, começaram a sucateá-la em sucessivos governos com intenções de seguir fielmente a cartilha do neoliberalismo. A prioridade social de alguns serviços parece terem ficado atrás dos interesses de empréstimos bancários.

    Vindo a eleição de Lula, os trabalhadores respiraram aliviados, na firme certeza dos novos caminhos em que voltariam a trilhar com dignidade, respeito e reconhecimento dos serviços prestados para a sociedade dentro da empresa.

    Já nos primeiros anos de governo, um misto de decepção e raiva vinha se apoderando do corpo funcional, as farras das caixinhas agora também incluíam gerencias de projetos e o absurdo desta tonelada de sobreavisos (chega a pagar ate 75 mil reais ano para empregado, quero também papai noel presidente Rodrigo da dataprev), porém continuavam as ameaças de demissões, basta lembrarem à famigerada Super Receita, chegaram a criar uma relação com mil para por na rua, digna dos períodos de Collor e FHC. Muitos se esquecem, porém foi travada na mesa da atual candidata Dilma, que lembrou a alguns de seus correligionários e aos remanescentes agraciados que continuavam em cargos mesmo sendo um novo governo, que o período agora era de governo Lula.

    No recente PCS, outra frustração coletiva, o que pode facilmente ser comprovado com a chuva de recursos encaminhados, onde muitos ainda irão recorrer judicialmente já que não foram agraciados e, até hoje a direção da empresa não consegue explicar.

    Alegando cobrança do TCU seguem na contramão da história, onde o mundo reivindica redução de jornada sem redução de salários, devem então, estar manipulando os números, ou será que só apresentam algumas rubricas?

    Os órgãos fiscalizadores ainda não se atentaram para o número de gerencias criadas e os projetos de alguns meses que nunca se encerram, ou ao contínuo aumento de funcionários em sobreaviso contando a partir do horário de sua saída da empresa? Basta só comparar os valores pagos e ver que irá bem além de qualquer somatório de hora extra praticada com produção comprovada.

    Vocês lembram que algum tempo atrás o valor pago para as comissões era bem menor que os salários recebidos pelos gerentes, e isso dava-lhes até alguma autonomia para questionar e não ficar refém a ponto de seguirem fielmente qualquer arbitrariedade cometida a qualquer custo manter a bendita gratificação, chegam a cercar trabalhador para forçar que aceitem o turno ininterrupto,(COERÇÃO) levantando suspeitas de que serão novamente agraciadinhos com mais esmolinhas, (chicotinhos) vendendo ate a alma para surrarem ainda mais os empregados e colocando seus supervisores para fazerem também essa COAÇÃO.

    Esse tipo de administração do dinheiro público a população brasileira talvez desconheça, mas deveria ser obrigação do TCU conhecer. Já que apesar de tudo os funcionários continuam fazendo sua parte colocando esta empresa como um dos expoentes em TI.

    VAMOS FAZER COM QUE O PAIZ INTEIRO CONHEÇA ESSA POUCA VERGONHA, PASSE A DIANTE, PARA O MAIOR NUMEROS DE EMAILS POSSIVEIS.

    OBS: OS SENHORES SABEM QUE GERENTES DE DIVISÃO TEM NO CONTRA CHEQUE ALEM DAS CAIXINHAS, UMA MICHARIA DE 230 REAIS A TITULO DE PROJETO DE NÃO SEI O QUE, E GERENTES DE DEPARTAMENTO 300 REAIS A MESMO TITULO…?

    QUERO SER GERENTE DAÍ TAMBEM….

  • http://pulse.yahoo.com/_SZPPS3CFPLB7V4WCM2ZAZZRNXA william

    CUIDADO COM ELE , DIRETOR PETISTA DE ESTATAL BRASILEIRA DEVORA ORÇAMENTOS, ETA ETA..SOME COM DIN DIN UAUUU, DATAPREV
    brasil

    Assumpção: “Devorador de orçamentos”
    Saiu a execução orçamentária de investimentos das empresas estatais no bimestre março/abril de 2010.
    “Das 75 empresas que tiveram programação de dispêndios aprovada no âmbito do Orçamento de Investimento de 2010, treze apresentaram, até o segundo bimestre, desempenho, em termos percentuais de realização das respectivas dotações anuais, superior à média geral de 26,4%”, informa o Ministério do Planejamento.
    Dentre elas, destaca-se a Dataprev, que já torrou 86,7%; dos R$ 80 milhões orçados para este ano. Para se ter uma idéia do tamanho da façanha do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, basta comparar esses dados com a execução de outras empresas de TI:
    Cobra Tecnologia S.A.
    Orçamento R$ 7,2 milhões.
    Gastou em 4 meses: R$ 3,055 milhões
    Executou: 42,4%
    Serpro
    Orçamento R$ 130 milhões
    Gastou em 4 meses: R$ 10,9 milhões
    Executou: 8,4%
    Telebrás
    Orçamento R$ 406,4 mil (isso mesmo: mil)
    Gastou em 4 meses: Zero
    Executou: zero %
    Entretanto, a Dataprev gastou, somente no bimestre março/abril, um total de R$ 66,8 milhões. Somados com os dois primeiros meses do ano, a conta da estatal sobe para R$ 69,3 milhões.
    Sinistro não? Nos dois primeiros meses do ano a Dataprev “investiu” apenas R$ 2,5 milhões, cabendo o restante (R$ 66,8 milhões) em março e abril.
    Pergunto: Rodrigo Assumpção torrou R$ 66,8 milhões no último bimestre na compra dos três mainframes da Unisys?
    Não?
    Então por que, na mesma execução orçamentária, o Ministério do Planejamento dá um ‘puxão de orelhas’ na Dataprev, informando que ela é uma das empresas estatais que estourou a dotação anual aprovada para a ação: “Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura de Tecnologia da Informação para a Previdência Social – Nacional” ?
    Coincidência ou não, em abril deste ano a Dataprev adquiriu – por R$ 72,5 milhões – três mainframes Libra da Unisys. Os mesmos que, por acordo com o Ministério Público, que anda meio desaparecido, se comprometeu a devolver as máquinas e se livrar da “dependência” da multinacional.
    * Se for confirmada a minha suspeita, então faltam só R$ 5,7 milhões para a Dataprev completar esse suposto “investimento” que fez em mainframes Unisys. Dinheiro em caixa não é problema para Rodrigão.

    Dataprev compra mainframes Unisys que já deveria ter substituído

    A Dataprev anunciou na sexta-feira, 09/04, no Diário Oficial da União, a aquisição de três mainframes Unisys modelos Libra 780 (duas unidades) e Libra 450 (uma unidade), ao custo de R$ 72.579.537,56. No contrato, com inexigibilidade de licitação, a multinacional ainda fornecerá “licença de uso perpétuo de software”, serviços de manutenção e suporte, tanto para os equipamentos quanto aos programas de computador.
    O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, justificou a compra dos supercomputadores no extrato de contrato publicado no DO: “Garantir e manter a qualidade dos serviços no ambiente do mainframe Unisys, com a sustentação dos serviços em execução neste ambiente, onde se hospedam importantes sistemas da Previdência Social, até que ocorram condições de substituição pelos novos sistemas previstos para implantação em nova plataforma tecnológica”.
    Entretanto, a declaração oficial exposta no contrato assinado com a Unisys, do presidente da Dataprev contraria o disposto no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela estatal no dia 28 de maio de 2008 com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.
    O TAC foi assinado na época pela empresa, com o aval do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e os procuradores José Alfredo de Paula e Raquel Branquinho. Nele, não há menção de que a Dataprev teria de comprar tais equipamentos. Ao contrário, a empresa deveria acabar de vez com a “dependência tecnológica” da Unisys.
    O documento definia as responsabilidades de cada parte. Também estabelecia os prazos para que a migração ocorresse até janeiro de 2010, antes do término do atual contrato de prestação de serviços com a empresa Unisys, que agora se tornou em ‘aquisição de equipamentos, software e manutenção técnica’.
    Quando assinou o TAC, a procuradora da República, Raquel Branquinho, qualificou como um ‘grande avanço para o trabalho realizado desde 2003 pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas de União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU) no acompanhamento das providências necessárias à mudança dos sistemas tecnológicos da Previdência’.
    “Sempre buscamos obter o compromisso dos dirigentes desses órgãos para a implementação de medidas necessárias à libertação dessa relação de dependência e apenas na atual gestão da Previdência Social, consolidando um trabalho já iniciado na gestão anterior, houve a firme decisão de adotar as providências necessárias para essa finalidade que atende ao interesse público”, afirmou Branquinho na época.
    “Além de evitar a relação de dependência de uma estrutura proprietária e exclusiva, a mudança pode melhorar a qualidade dos serviços”, completou a procuradora.
    Compromisso
    No TAC, a Dataprev assumiu o compromisso de adquirir novos servidores e implantar sistemas para a Previdência em Software Livre. Foi feita a opção pela plataforma baixa. Foram comprados servidores da HP para as unidades do Rio de Janeiro e Brasília, por um custo de cerca de R$ 30 milhões. A estratégia ainda envolvia a contratação de uma fábrica de software que se encarregaria de desenvolver sistemas que rodariam os antigos legados na plataforma Unisys.
    Desde 2008, a estatal é obrigada a fornecer relatórios sobre o andamento da migração para o MPF, Tribunal de Contas da União, além da Controladoria Geral da União. Reuniões periódicas sempre ocorreram. Mas nunca houve uma posição oficial de nenhum dos órgãos de controle sobre se estavam satisfeitos com o andamento dos trabalhos.
    O TAC de 2008 da Dataprev serviu apenas para encobrir irregularidades que vinham ocorrendo sistematicamente dentro da empresa. Foi uma maneira que o Ministério Público Federal encontrou no sentido de dar um último prazo para que falhas administrativas até hoje não saneadas. Até agora, a única solução concreta que a direção da Dataprev apresentou para o problema da migração foi a inédita compra dos mainframes Unisys que, por acordo com os organismos de controle, deveria ter substituído em janeiro deste ano.

    O PAPAI NOEL chegou antecipado na dataprev, trazendo a proposta para acabar com as horas extras e aumentar o SOBREAVISO, a favor de alguns e apostando na morte de outros.

    Pois bem…, O PETISTA presidente da DATAPREV que só esta no cargo por ter participado da campanha da Marta Suplicy, como pagamento pelos serviços prestados e alguns dos seus serviçais que juntos, mais parecem cabos eleitorais do Serra, querem por que querem, decidiram então, acabar com as horas extras de qualquer maneira. Mesmo alegando saber ser de inteiro interesse e necessidade da empresa.

    A área de produção antigamente era considerada o coração da Dataprev, o tratamento das informações e a responsabilidade com a maior folha de pagamento da América Latina, os empregados tinham salários dignos, mas passou este tempo e, começaram a sucateá-la em sucessivos governos com intenções de seguir fielmente a cartilha do neoliberalismo. A prioridade social de alguns serviços parece terem ficado atrás dos interesses de empréstimos bancários.

    Vindo a eleição de Lula, os trabalhadores respiraram aliviados, na firme certeza dos novos caminhos em que voltariam a trilhar com dignidade, respeito e reconhecimento dos serviços prestados para a sociedade dentro da empresa.

    Já nos primeiros anos de governo, um misto de decepção e raiva vinha se apoderando do corpo funcional, as farras das caixinhas agora também incluíam gerencias de projetos e o absurdo desta tonelada de sobreavisos (chega a pagar ate 75 mil reais ano para empregado, quero também papai noel presidente Rodrigo da dataprev), porém continuavam as ameaças de demissões, basta lembrarem à famigerada Super Receita, chegaram a criar uma relação com mil para por na rua, digna dos períodos de Collor e FHC. Muitos se esquecem, porém foi travada na mesa da atual candidata Dilma, que lembrou a alguns de seus correligionários e aos remanescentes agraciados que continuavam em cargos mesmo sendo um novo governo, que o período agora era de governo Lula.

    No recente PCS, outra frustração coletiva, o que pode facilmente ser comprovado com a chuva de recursos encaminhados, onde muitos ainda irão recorrer judicialmente já que não foram agraciados e, até hoje a direção da empresa não consegue explicar.

    Alegando cobrança do TCU seguem na contramão da história, onde o mundo reivindica redução de jornada sem redução de salários, devem então, estar manipulando os números, ou será que só apresentam algumas rubricas?

    Os órgãos fiscalizadores ainda não se atentaram para o número de gerencias criadas e os projetos de alguns meses que nunca se encerram, ou ao contínuo aumento de funcionários em sobreaviso contando a partir do horário de sua saída da empresa? Basta só comparar os valores pagos e ver que irá bem além de qualquer somatório de hora extra praticada com produção comprovada.

    Vocês lembram que algum tempo atrás o valor pago para as comissões era bem menor que os salários recebidos pelos gerentes, e isso dava-lhes até alguma autonomia para questionar e não ficar refém a ponto de seguirem fielmente qualquer arbitrariedade cometida a qualquer custo manter a bendita gratificação, chegam a cercar trabalhador para forçar que aceitem o turno ininterrupto,(COERÇÃO) levantando suspeitas de que serão novamente agraciadinhos com mais esmolinhas, (chicotinhos) vendendo ate a alma para surrarem ainda mais os empregados e colocando seus supervisores para fazerem também essa COAÇÃO.

    Esse tipo de administração do dinheiro público a população brasileira talvez desconheça, mas deveria ser obrigação do TCU conhecer. Já que apesar de tudo os funcionários continuam fazendo sua parte colocando esta empresa como um dos expoentes em TI.

    VAMOS FAZER COM QUE O PAIZ INTEIRO CONHEÇA ESSA POUCA VERGONHA, PASSE A DIANTE, PARA O MAIOR NUMEROS DE EMAILS POSSIVEIS.

    OBS: OS SENHORES SABEM QUE GERENTES DE DIVISÃO TEM NO CONTRA CHEQUE ALEM DAS CAIXINHAS, UMA MICHARIA DE 230 REAIS A TITULO DE PROJETO DE NÃO SEI O QUE, E GERENTES DE DEPARTAMENTO 300 REAIS A MESMO TITULO…?

    QUERO SER GERENTE DAÍ TAMBEM….

  • http://pulse.yahoo.com/_SZPPS3CFPLB7V4WCM2ZAZZRNXA william

    CUIDADO COM ELE , DIRETOR PETISTA DE ESTATAL BRASILEIRA DEVORA ORÇAMENTOS, ETA ETA..SOME COM DIN DIN UAUUU, DATAPREV
    brasil

    Assumpção: “Devorador de orçamentos”
    Saiu a execução orçamentária de investimentos das empresas estatais no bimestre março/abril de 2010.
    “Das 75 empresas que tiveram programação de dispêndios aprovada no âmbito do Orçamento de Investimento de 2010, treze apresentaram, até o segundo bimestre, desempenho, em termos percentuais de realização das respectivas dotações anuais, superior à média geral de 26,4%”, informa o Ministério do Planejamento.
    Dentre elas, destaca-se a Dataprev, que já torrou 86,7%; dos R$ 80 milhões orçados para este ano. Para se ter uma idéia do tamanho da façanha do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, basta comparar esses dados com a execução de outras empresas de TI:
    Cobra Tecnologia S.A.
    Orçamento R$ 7,2 milhões.
    Gastou em 4 meses: R$ 3,055 milhões
    Executou: 42,4%
    Serpro
    Orçamento R$ 130 milhões
    Gastou em 4 meses: R$ 10,9 milhões
    Executou: 8,4%
    Telebrás
    Orçamento R$ 406,4 mil (isso mesmo: mil)
    Gastou em 4 meses: Zero
    Executou: zero %
    Entretanto, a Dataprev gastou, somente no bimestre março/abril, um total de R$ 66,8 milhões. Somados com os dois primeiros meses do ano, a conta da estatal sobe para R$ 69,3 milhões.
    Sinistro não? Nos dois primeiros meses do ano a Dataprev “investiu” apenas R$ 2,5 milhões, cabendo o restante (R$ 66,8 milhões) em março e abril.
    Pergunto: Rodrigo Assumpção torrou R$ 66,8 milhões no último bimestre na compra dos três mainframes da Unisys?
    Não?
    Então por que, na mesma execução orçamentária, o Ministério do Planejamento dá um ‘puxão de orelhas’ na Dataprev, informando que ela é uma das empresas estatais que estourou a dotação anual aprovada para a ação: “Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura de Tecnologia da Informação para a Previdência Social – Nacional” ?
    Coincidência ou não, em abril deste ano a Dataprev adquiriu – por R$ 72,5 milhões – três mainframes Libra da Unisys. Os mesmos que, por acordo com o Ministério Público, que anda meio desaparecido, se comprometeu a devolver as máquinas e se livrar da “dependência” da multinacional.
    * Se for confirmada a minha suspeita, então faltam só R$ 5,7 milhões para a Dataprev completar esse suposto “investimento” que fez em mainframes Unisys. Dinheiro em caixa não é problema para Rodrigão.

    Dataprev compra mainframes Unisys que já deveria ter substituído

    A Dataprev anunciou na sexta-feira, 09/04, no Diário Oficial da União, a aquisição de três mainframes Unisys modelos Libra 780 (duas unidades) e Libra 450 (uma unidade), ao custo de R$ 72.579.537,56. No contrato, com inexigibilidade de licitação, a multinacional ainda fornecerá “licença de uso perpétuo de software”, serviços de manutenção e suporte, tanto para os equipamentos quanto aos programas de computador.
    O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, justificou a compra dos supercomputadores no extrato de contrato publicado no DO: “Garantir e manter a qualidade dos serviços no ambiente do mainframe Unisys, com a sustentação dos serviços em execução neste ambiente, onde se hospedam importantes sistemas da Previdência Social, até que ocorram condições de substituição pelos novos sistemas previstos para implantação em nova plataforma tecnológica”.
    Entretanto, a declaração oficial exposta no contrato assinado com a Unisys, do presidente da Dataprev contraria o disposto no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela estatal no dia 28 de maio de 2008 com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.
    O TAC foi assinado na época pela empresa, com o aval do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e os procuradores José Alfredo de Paula e Raquel Branquinho. Nele, não há menção de que a Dataprev teria de comprar tais equipamentos. Ao contrário, a empresa deveria acabar de vez com a “dependência tecnológica” da Unisys.
    O documento definia as responsabilidades de cada parte. Também estabelecia os prazos para que a migração ocorresse até janeiro de 2010, antes do término do atual contrato de prestação de serviços com a empresa Unisys, que agora se tornou em ‘aquisição de equipamentos, software e manutenção técnica’.
    Quando assinou o TAC, a procuradora da República, Raquel Branquinho, qualificou como um ‘grande avanço para o trabalho realizado desde 2003 pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas de União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU) no acompanhamento das providências necessárias à mudança dos sistemas tecnológicos da Previdência’.
    “Sempre buscamos obter o compromisso dos dirigentes desses órgãos para a implementação de medidas necessárias à libertação dessa relação de dependência e apenas na atual gestão da Previdência Social, consolidando um trabalho já iniciado na gestão anterior, houve a firme decisão de adotar as providências necessárias para essa finalidade que atende ao interesse público”, afirmou Branquinho na época.
    “Além de evitar a relação de dependência de uma estrutura proprietária e exclusiva, a mudança pode melhorar a qualidade dos serviços”, completou a procuradora.
    Compromisso
    No TAC, a Dataprev assumiu o compromisso de adquirir novos servidores e implantar sistemas para a Previdência em Software Livre. Foi feita a opção pela plataforma baixa. Foram comprados servidores da HP para as unidades do Rio de Janeiro e Brasília, por um custo de cerca de R$ 30 milhões. A estratégia ainda envolvia a contratação de uma fábrica de software que se encarregaria de desenvolver sistemas que rodariam os antigos legados na plataforma Unisys.
    Desde 2008, a estatal é obrigada a fornecer relatórios sobre o andamento da migração para o MPF, Tribunal de Contas da União, além da Controladoria Geral da União. Reuniões periódicas sempre ocorreram. Mas nunca houve uma posição oficial de nenhum dos órgãos de controle sobre se estavam satisfeitos com o andamento dos trabalhos.
    O TAC de 2008 da Dataprev serviu apenas para encobrir irregularidades que vinham ocorrendo sistematicamente dentro da empresa. Foi uma maneira que o Ministério Público Federal encontrou no sentido de dar um último prazo para que falhas administrativas até hoje não saneadas. Até agora, a única solução concreta que a direção da Dataprev apresentou para o problema da migração foi a inédita compra dos mainframes Unisys que, por acordo com os organismos de controle, deveria ter substituído em janeiro deste ano.

    O PAPAI NOEL chegou antecipado na dataprev, trazendo a proposta para acabar com as horas extras e aumentar o SOBREAVISO, a favor de alguns e apostando na morte de outros.

    Pois bem…, O PETISTA presidente da DATAPREV que só esta no cargo por ter participado da campanha da Marta Suplicy, como pagamento pelos serviços prestados e alguns dos seus serviçais que juntos, mais parecem cabos eleitorais do Serra, querem por que querem, decidiram então, acabar com as horas extras de qualquer maneira. Mesmo alegando saber ser de inteiro interesse e necessidade da empresa.

    A área de produção antigamente era considerada o coração da Dataprev, o tratamento das informações e a responsabilidade com a maior folha de pagamento da América Latina, os empregados tinham salários dignos, mas passou este tempo e, começaram a sucateá-la em sucessivos governos com intenções de seguir fielmente a cartilha do neoliberalismo. A prioridade social de alguns serviços parece terem ficado atrás dos interesses de empréstimos bancários.

    Vindo a eleição de Lula, os trabalhadores respiraram aliviados, na firme certeza dos novos caminhos em que voltariam a trilhar com dignidade, respeito e reconhecimento dos serviços prestados para a sociedade dentro da empresa.

    Já nos primeiros anos de governo, um misto de decepção e raiva vinha se apoderando do corpo funcional, as farras das caixinhas agora também incluíam gerencias de projetos e o absurdo desta tonelada de sobreavisos (chega a pagar ate 75 mil reais ano para empregado, quero também papai noel presidente Rodrigo da dataprev), porém continuavam as ameaças de demissões, basta lembrarem à famigerada Super Receita, chegaram a criar uma relação com mil para por na rua, digna dos períodos de Collor e FHC. Muitos se esquecem, porém foi travada na mesa da atual candidata Dilma, que lembrou a alguns de seus correligionários e aos remanescentes agraciados que continuavam em cargos mesmo sendo um novo governo, que o período agora era de governo Lula.

    No recente PCS, outra frustração coletiva, o que pode facilmente ser comprovado com a chuva de recursos encaminhados, onde muitos ainda irão recorrer judicialmente já que não foram agraciados e, até hoje a direção da empresa não consegue explicar.

    Alegando cobrança do TCU seguem na contramão da história, onde o mundo reivindica redução de jornada sem redução de salários, devem então, estar manipulando os números, ou será que só apresentam algumas rubricas?

    Os órgãos fiscalizadores ainda não se atentaram para o número de gerencias criadas e os projetos de alguns meses que nunca se encerram, ou ao contínuo aumento de funcionários em sobreaviso contando a partir do horário de sua saída da empresa? Basta só comparar os valores pagos e ver que irá bem além de qualquer somatório de hora extra praticada com produção comprovada.

    Vocês lembram que algum tempo atrás o valor pago para as comissões era bem menor que os salários recebidos pelos gerentes, e isso dava-lhes até alguma autonomia para questionar e não ficar refém a ponto de seguirem fielmente qualquer arbitrariedade cometida a qualquer custo manter a bendita gratificação, chegam a cercar trabalhador para forçar que aceitem o turno ininterrupto,(COERÇÃO) levantando suspeitas de que serão novamente agraciadinhos com mais esmolinhas, (chicotinhos) vendendo ate a alma para surrarem ainda mais os empregados e colocando seus supervisores para fazerem também essa COAÇÃO.

    Esse tipo de administração do dinheiro público a população brasileira talvez desconheça, mas deveria ser obrigação do TCU conhecer. Já que apesar de tudo os funcionários continuam fazendo sua parte colocando esta empresa como um dos expoentes em TI.

    VAMOS FAZER COM QUE O PAIZ INTEIRO CONHEÇA ESSA POUCA VERGONHA, PASSE A DIANTE, PARA O MAIOR NUMEROS DE EMAILS POSSIVEIS.

    OBS: OS SENHORES SABEM QUE GERENTES DE DIVISÃO TEM NO CONTRA CHEQUE ALEM DAS CAIXINHAS, UMA MICHARIA DE 230 REAIS A TITULO DE PROJETO DE NÃO SEI O QUE, E GERENTES DE DEPARTAMENTO 300 REAIS A MESMO TITULO…?

    QUERO SER GERENTE DAÍ TAMBEM….

  • http://pulse.yahoo.com/_SZPPS3CFPLB7V4WCM2ZAZZRNXA william

    CUIDADO COM ELE , DIRETOR PETISTA DE ESTATAL BRASILEIRA DEVORA ORÇAMENTOS, ETA ETA..SOME COM DIN DIN UAUUU, DATAPREV
    brasil

    Assumpção: “Devorador de orçamentos”
    Saiu a execução orçamentária de investimentos das empresas estatais no bimestre março/abril de 2010.
    “Das 75 empresas que tiveram programação de dispêndios aprovada no âmbito do Orçamento de Investimento de 2010, treze apresentaram, até o segundo bimestre, desempenho, em termos percentuais de realização das respectivas dotações anuais, superior à média geral de 26,4%”, informa o Ministério do Planejamento.
    Dentre elas, destaca-se a Dataprev, que já torrou 86,7%; dos R$ 80 milhões orçados para este ano. Para se ter uma idéia do tamanho da façanha do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, basta comparar esses dados com a execução de outras empresas de TI:
    Cobra Tecnologia S.A.
    Orçamento R$ 7,2 milhões.
    Gastou em 4 meses: R$ 3,055 milhões
    Executou: 42,4%
    Serpro
    Orçamento R$ 130 milhões
    Gastou em 4 meses: R$ 10,9 milhões
    Executou: 8,4%
    Telebrás
    Orçamento R$ 406,4 mil (isso mesmo: mil)
    Gastou em 4 meses: Zero
    Executou: zero %
    Entretanto, a Dataprev gastou, somente no bimestre março/abril, um total de R$ 66,8 milhões. Somados com os dois primeiros meses do ano, a conta da estatal sobe para R$ 69,3 milhões.
    Sinistro não? Nos dois primeiros meses do ano a Dataprev “investiu” apenas R$ 2,5 milhões, cabendo o restante (R$ 66,8 milhões) em março e abril.
    Pergunto: Rodrigo Assumpção torrou R$ 66,8 milhões no último bimestre na compra dos três mainframes da Unisys?
    Não?
    Então por que, na mesma execução orçamentária, o Ministério do Planejamento dá um ‘puxão de orelhas’ na Dataprev, informando que ela é uma das empresas estatais que estourou a dotação anual aprovada para a ação: “Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura de Tecnologia da Informação para a Previdência Social – Nacional” ?
    Coincidência ou não, em abril deste ano a Dataprev adquiriu – por R$ 72,5 milhões – três mainframes Libra da Unisys. Os mesmos que, por acordo com o Ministério Público, que anda meio desaparecido, se comprometeu a devolver as máquinas e se livrar da “dependência” da multinacional.
    * Se for confirmada a minha suspeita, então faltam só R$ 5,7 milhões para a Dataprev completar esse suposto “investimento” que fez em mainframes Unisys. Dinheiro em caixa não é problema para Rodrigão.

    Dataprev compra mainframes Unisys que já deveria ter substituído

    A Dataprev anunciou na sexta-feira, 09/04, no Diário Oficial da União, a aquisição de três mainframes Unisys modelos Libra 780 (duas unidades) e Libra 450 (uma unidade), ao custo de R$ 72.579.537,56. No contrato, com inexigibilidade de licitação, a multinacional ainda fornecerá “licença de uso perpétuo de software”, serviços de manutenção e suporte, tanto para os equipamentos quanto aos programas de computador.
    O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, justificou a compra dos supercomputadores no extrato de contrato publicado no DO: “Garantir e manter a qualidade dos serviços no ambiente do mainframe Unisys, com a sustentação dos serviços em execução neste ambiente, onde se hospedam importantes sistemas da Previdência Social, até que ocorram condições de substituição pelos novos sistemas previstos para implantação em nova plataforma tecnológica”.
    Entretanto, a declaração oficial exposta no contrato assinado com a Unisys, do presidente da Dataprev contraria o disposto no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela estatal no dia 28 de maio de 2008 com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.
    O TAC foi assinado na época pela empresa, com o aval do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e os procuradores José Alfredo de Paula e Raquel Branquinho. Nele, não há menção de que a Dataprev teria de comprar tais equipamentos. Ao contrário, a empresa deveria acabar de vez com a “dependência tecnológica” da Unisys.
    O documento definia as responsabilidades de cada parte. Também estabelecia os prazos para que a migração ocorresse até janeiro de 2010, antes do término do atual contrato de prestação de serviços com a empresa Unisys, que agora se tornou em ‘aquisição de equipamentos, software e manutenção técnica'.
    Quando assinou o TAC, a procuradora da República, Raquel Branquinho, qualificou como um 'grande avanço para o trabalho realizado desde 2003 pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas de União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU) no acompanhamento das providências necessárias à mudança dos sistemas tecnológicos da Previdência'.
    “Sempre buscamos obter o compromisso dos dirigentes desses órgãos para a implementação de medidas necessárias à libertação dessa relação de dependência e apenas na atual gestão da Previdência Social, consolidando um trabalho já iniciado na gestão anterior, houve a firme decisão de adotar as providências necessárias para essa finalidade que atende ao interesse público”, afirmou Branquinho na época.
    “Além de evitar a relação de dependência de uma estrutura proprietária e exclusiva, a mudança pode melhorar a qualidade dos serviços”, completou a procuradora.
    Compromisso
    No TAC, a Dataprev assumiu o compromisso de adquirir novos servidores e implantar sistemas para a Previdência em Software Livre. Foi feita a opção pela plataforma baixa. Foram comprados servidores da HP para as unidades do Rio de Janeiro e Brasília, por um custo de cerca de R$ 30 milhões. A estratégia ainda envolvia a contratação de uma fábrica de software que se encarregaria de desenvolver sistemas que rodariam os antigos legados na plataforma Unisys.
    Desde 2008, a estatal é obrigada a fornecer relatórios sobre o andamento da migração para o MPF, Tribunal de Contas da União, além da Controladoria Geral da União. Reuniões periódicas sempre ocorreram. Mas nunca houve uma posição oficial de nenhum dos órgãos de controle sobre se estavam satisfeitos com o andamento dos trabalhos.
    O TAC de 2008 da Dataprev serviu apenas para encobrir irregularidades que vinham ocorrendo sistematicamente dentro da empresa. Foi uma maneira que o Ministério Público Federal encontrou no sentido de dar um último prazo para que falhas administrativas até hoje não saneadas. Até agora, a única solução concreta que a direção da Dataprev apresentou para o problema da migração foi a inédita compra dos mainframes Unisys que, por acordo com os organismos de controle, deveria ter substituído em janeiro deste ano.

    O PAPAI NOEL chegou antecipado na dataprev, trazendo a proposta para acabar com as horas extras e aumentar o SOBREAVISO, a favor de alguns e apostando na morte de outros.

    Pois bem…, O PETISTA presidente da DATAPREV que só esta no cargo por ter participado da campanha da Marta Suplicy, como pagamento pelos serviços prestados e alguns dos seus serviçais que juntos, mais parecem cabos eleitorais do Serra, querem por que querem, decidiram então, acabar com as horas extras de qualquer maneira. Mesmo alegando saber ser de inteiro interesse e necessidade da empresa.

    A área de produção antigamente era considerada o coração da Dataprev, o tratamento das informações e a responsabilidade com a maior folha de pagamento da América Latina, os empregados tinham salários dignos, mas passou este tempo e, começaram a sucateá-la em sucessivos governos com intenções de seguir fielmente a cartilha do neoliberalismo. A prioridade social de alguns serviços parece terem ficado atrás dos interesses de empréstimos bancários.

    Vindo a eleição de Lula, os trabalhadores respiraram aliviados, na firme certeza dos novos caminhos em que voltariam a trilhar com dignidade, respeito e reconhecimento dos serviços prestados para a sociedade dentro da empresa.

    Já nos primeiros anos de governo, um misto de decepção e raiva vinha se apoderando do corpo funcional, as farras das caixinhas agora também incluíam gerencias de projetos e o absurdo desta tonelada de sobreavisos (chega a pagar ate 75 mil reais ano para empregado, quero também papai noel presidente Rodrigo da dataprev), porém continuavam as ameaças de demissões, basta lembrarem à famigerada Super Receita, chegaram a criar uma relação com mil para por na rua, digna dos períodos de Collor e FHC. Muitos se esquecem, porém foi travada na mesa da atual candidata Dilma, que lembrou a alguns de seus correligionários e aos remanescentes agraciados que continuavam em cargos mesmo sendo um novo governo, que o período agora era de governo Lula.

    No recente PCS, outra frustração coletiva, o que pode facilmente ser comprovado com a chuva de recursos encaminhados, onde muitos ainda irão recorrer judicialmente já que não foram agraciados e, até hoje a direção da empresa não consegue explicar.

    Alegando cobrança do TCU seguem na contramão da história, onde o mundo reivindica redução de jornada sem redução de salários, devem então, estar manipulando os números, ou será que só apresentam algumas rubricas?

    Os órgãos fiscalizadores ainda não se atentaram para o número de gerencias criadas e os projetos de alguns meses que nunca se encerram, ou ao contínuo aumento de funcionários em sobreaviso contando a partir do horário de sua saída da empresa? Basta só comparar os valores pagos e ver que irá bem além de qualquer somatório de hora extra praticada com produção comprovada.

    Vocês lembram que algum tempo atrás o valor pago para as comissões era bem menor que os salários recebidos pelos gerentes, e isso dava-lhes até alguma autonomia para questionar e não ficar refém a ponto de seguirem fielmente qualquer arbitrariedade cometida a qualquer custo manter a bendita gratificação, chegam a cercar trabalhador para forçar que aceitem o turno ininterrupto,(COERÇÃO) levantando suspeitas de que serão novamente agraciadinhos com mais esmolinhas, (chicotinhos) vendendo ate a alma para surrarem ainda mais os empregados e colocando seus supervisores para fazerem também essa COAÇÃO.

    Esse tipo de administração do dinheiro público a população brasileira talvez desconheça, mas deveria ser obrigação do TCU conhecer. Já que apesar de tudo os funcionários continuam fazendo sua parte colocando esta empresa como um dos expoentes em TI.

    VAMOS FAZER COM QUE O PAIZ INTEIRO CONHEÇA ESSA POUCA VERGONHA, PASSE A DIANTE, PARA O MAIOR NUMEROS DE EMAILS POSSIVEIS.

    OBS: OS SENHORES SABEM QUE GERENTES DE DIVISÃO TEM NO CONTRA CHEQUE ALEM DAS CAIXINHAS, UMA MICHARIA DE 230 REAIS A TITULO DE PROJETO DE NÃO SEI O QUE, E GERENTES DE DEPARTAMENTO 300 REAIS A MESMO TITULO…?

    QUERO SER GERENTE DAÍ TAMBEM….

  • http://pulse.yahoo.com/_SZPPS3CFPLB7V4WCM2ZAZZRNXA william

    CUIDADO COM ELE , DIRETOR PETISTA DE ESTATAL BRASILEIRA DEVORA ORÇAMENTOS, ETA ETA..SOME COM DIN DIN UAUUU, DATAPREV
    brasil

    Assumpção: “Devorador de orçamentos”
    Saiu a execução orçamentária de investimentos das empresas estatais no bimestre março/abril de 2010.
    “Das 75 empresas que tiveram programação de dispêndios aprovada no âmbito do Orçamento de Investimento de 2010, treze apresentaram, até o segundo bimestre, desempenho, em termos percentuais de realização das respectivas dotações anuais, superior à média geral de 26,4%”, informa o Ministério do Planejamento.
    Dentre elas, destaca-se a Dataprev, que já torrou 86,7%; dos R$ 80 milhões orçados para este ano. Para se ter uma idéia do tamanho da façanha do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, basta comparar esses dados com a execução de outras empresas de TI:
    Cobra Tecnologia S.A.
    Orçamento R$ 7,2 milhões.
    Gastou em 4 meses: R$ 3,055 milhões
    Executou: 42,4%
    Serpro
    Orçamento R$ 130 milhões
    Gastou em 4 meses: R$ 10,9 milhões
    Executou: 8,4%
    Telebrás
    Orçamento R$ 406,4 mil (isso mesmo: mil)
    Gastou em 4 meses: Zero
    Executou: zero %
    Entretanto, a Dataprev gastou, somente no bimestre março/abril, um total de R$ 66,8 milhões. Somados com os dois primeiros meses do ano, a conta da estatal sobe para R$ 69,3 milhões.
    Sinistro não? Nos dois primeiros meses do ano a Dataprev “investiu” apenas R$ 2,5 milhões, cabendo o restante (R$ 66,8 milhões) em março e abril.
    Pergunto: Rodrigo Assumpção torrou R$ 66,8 milhões no último bimestre na compra dos três mainframes da Unisys?
    Não?
    Então por que, na mesma execução orçamentária, o Ministério do Planejamento dá um ‘puxão de orelhas’ na Dataprev, informando que ela é uma das empresas estatais que estourou a dotação anual aprovada para a ação: “Manutenção e Adequação da Infra-Estrutura de Tecnologia da Informação para a Previdência Social – Nacional” ?
    Coincidência ou não, em abril deste ano a Dataprev adquiriu – por R$ 72,5 milhões – três mainframes Libra da Unisys. Os mesmos que, por acordo com o Ministério Público, que anda meio desaparecido, se comprometeu a devolver as máquinas e se livrar da “dependência” da multinacional.
    * Se for confirmada a minha suspeita, então faltam só R$ 5,7 milhões para a Dataprev completar esse suposto “investimento” que fez em mainframes Unisys. Dinheiro em caixa não é problema para Rodrigão.

    Dataprev compra mainframes Unisys que já deveria ter substituído

    A Dataprev anunciou na sexta-feira, 09/04, no Diário Oficial da União, a aquisição de três mainframes Unisys modelos Libra 780 (duas unidades) e Libra 450 (uma unidade), ao custo de R$ 72.579.537,56. No contrato, com inexigibilidade de licitação, a multinacional ainda fornecerá “licença de uso perpétuo de software”, serviços de manutenção e suporte, tanto para os equipamentos quanto aos programas de computador.
    O presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, justificou a compra dos supercomputadores no extrato de contrato publicado no DO: “Garantir e manter a qualidade dos serviços no ambiente do mainframe Unisys, com a sustentação dos serviços em execução neste ambiente, onde se hospedam importantes sistemas da Previdência Social, até que ocorram condições de substituição pelos novos sistemas previstos para implantação em nova plataforma tecnológica”.
    Entretanto, a declaração oficial exposta no contrato assinado com a Unisys, do presidente da Dataprev contraria o disposto no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela estatal no dia 28 de maio de 2008 com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.
    O TAC foi assinado na época pela empresa, com o aval do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e os procuradores José Alfredo de Paula e Raquel Branquinho. Nele, não há menção de que a Dataprev teria de comprar tais equipamentos. Ao contrário, a empresa deveria acabar de vez com a “dependência tecnológica” da Unisys.
    O documento definia as responsabilidades de cada parte. Também estabelecia os prazos para que a migração ocorresse até janeiro de 2010, antes do término do atual contrato de prestação de serviços com a empresa Unisys, que agora se tornou em ‘aquisição de equipamentos, software e manutenção técnica'.
    Quando assinou o TAC, a procuradora da República, Raquel Branquinho, qualificou como um 'grande avanço para o trabalho realizado desde 2003 pelo Ministério Público Federal, Tribunal de Contas de União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU) no acompanhamento das providências necessárias à mudança dos sistemas tecnológicos da Previdência'.
    “Sempre buscamos obter o compromisso dos dirigentes desses órgãos para a implementação de medidas necessárias à libertação dessa relação de dependência e apenas na atual gestão da Previdência Social, consolidando um trabalho já iniciado na gestão anterior, houve a firme decisão de adotar as providências necessárias para essa finalidade que atende ao interesse público”, afirmou Branquinho na época.
    “Além de evitar a relação de dependência de uma estrutura proprietária e exclusiva, a mudança pode melhorar a qualidade dos serviços”, completou a procuradora.
    Compromisso
    No TAC, a Dataprev assumiu o compromisso de adquirir novos servidores e implantar sistemas para a Previdência em Software Livre. Foi feita a opção pela plataforma baixa. Foram comprados servidores da HP para as unidades do Rio de Janeiro e Brasília, por um custo de cerca de R$ 30 milhões. A estratégia ainda envolvia a contratação de uma fábrica de software que se encarregaria de desenvolver sistemas que rodariam os antigos legados na plataforma Unisys.
    Desde 2008, a estatal é obrigada a fornecer relatórios sobre o andamento da migração para o MPF, Tribunal de Contas da União, além da Controladoria Geral da União. Reuniões periódicas sempre ocorreram. Mas nunca houve uma posição oficial de nenhum dos órgãos de controle sobre se estavam satisfeitos com o andamento dos trabalhos.
    O TAC de 2008 da Dataprev serviu apenas para encobrir irregularidades que vinham ocorrendo sistematicamente dentro da empresa. Foi uma maneira que o Ministério Público Federal encontrou no sentido de dar um último prazo para que falhas administrativas até hoje não saneadas. Até agora, a única solução concreta que a direção da Dataprev apresentou para o problema da migração foi a inédita compra dos mainframes Unisys que, por acordo com os organismos de controle, deveria ter substituído em janeiro deste ano.

    O PAPAI NOEL chegou antecipado na dataprev, trazendo a proposta para acabar com as horas extras e aumentar o SOBREAVISO, a favor de alguns e apostando na morte de outros.

    Pois bem…, O PETISTA presidente da DATAPREV que só esta no cargo por ter participado da campanha da Marta Suplicy, como pagamento pelos serviços prestados e alguns dos seus serviçais que juntos, mais parecem cabos eleitorais do Serra, querem por que querem, decidiram então, acabar com as horas extras de qualquer maneira. Mesmo alegando saber ser de inteiro interesse e necessidade da empresa.

    A área de produção antigamente era considerada o coração da Dataprev, o tratamento das informações e a responsabilidade com a maior folha de pagamento da América Latina, os empregados tinham salários dignos, mas passou este tempo e, começaram a sucateá-la em sucessivos governos com intenções de seguir fielmente a cartilha do neoliberalismo. A prioridade social de alguns serviços parece terem ficado atrás dos interesses de empréstimos bancários.

    Vindo a eleição de Lula, os trabalhadores respiraram aliviados, na firme certeza dos novos caminhos em que voltariam a trilhar com dignidade, respeito e reconhecimento dos serviços prestados para a sociedade dentro da empresa.

    Já nos primeiros anos de governo, um misto de decepção e raiva vinha se apoderando do corpo funcional, as farras das caixinhas agora também incluíam gerencias de projetos e o absurdo desta tonelada de sobreavisos (chega a pagar ate 75 mil reais ano para empregado, quero também papai noel presidente Rodrigo da dataprev), porém continuavam as ameaças de demissões, basta lembrarem à famigerada Super Receita, chegaram a criar uma relação com mil para por na rua, digna dos períodos de Collor e FHC. Muitos se esquecem, porém foi travada na mesa da atual candidata Dilma, que lembrou a alguns de seus correligionários e aos remanescentes agraciados que continuavam em cargos mesmo sendo um novo governo, que o período agora era de governo Lula.

    No recente PCS, outra frustração coletiva, o que pode facilmente ser comprovado com a chuva de recursos encaminhados, onde muitos ainda irão recorrer judicialmente já que não foram agraciados e, até hoje a direção da empresa não consegue explicar.

    Alegando cobrança do TCU seguem na contramão da história, onde o mundo reivindica redução de jornada sem redução de salários, devem então, estar manipulando os números, ou será que só apresentam algumas rubricas?

    Os órgãos fiscalizadores ainda não se atentaram para o número de gerencias criadas e os projetos de alguns meses que nunca se encerram, ou ao contínuo aumento de funcionários em sobreaviso contando a partir do horário de sua saída da empresa? Basta só comparar os valores pagos e ver que irá bem além de qualquer somatório de hora extra praticada com produção comprovada.

    Vocês lembram que algum tempo atrás o valor pago para as comissões era bem menor que os salários recebidos pelos gerentes, e isso dava-lhes até alguma autonomia para questionar e não ficar refém a ponto de seguirem fielmente qualquer arbitrariedade cometida a qualquer custo manter a bendita gratificação, chegam a cercar trabalhador para forçar que aceitem o turno ininterrupto,(COERÇÃO) levantando suspeitas de que serão novamente agraciadinhos com mais esmolinhas, (chicotinhos) vendendo ate a alma para surrarem ainda mais os empregados e colocando seus supervisores para fazerem também essa COAÇÃO.

    Esse tipo de administração do dinheiro público a população brasileira talvez desconheça, mas deveria ser obrigação do TCU conhecer. Já que apesar de tudo os funcionários continuam fazendo sua parte colocando esta empresa como um dos expoentes em TI.

    VAMOS FAZER COM QUE O PAIZ INTEIRO CONHEÇA ESSA POUCA VERGONHA, PASSE A DIANTE, PARA O MAIOR NUMEROS DE EMAILS POSSIVEIS.

    OBS: OS SENHORES SABEM QUE GERENTES DE DIVISÃO TEM NO CONTRA CHEQUE ALEM DAS CAIXINHAS, UMA MICHARIA DE 230 REAIS A TITULO DE PROJETO DE NÃO SEI O QUE, E GERENTES DE DEPARTAMENTO 300 REAIS A MESMO TITULO…?

    QUERO SER GERENTE DAÍ TAMBEM….